Esse final de semana fui ao casamento de um grande amigo, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Fui convidado para ser um dos padrinhos do casamento. Foi uma festa linda, a decoração ficou um show. Uma banda toda instrumental que mandou o som da cerimônia. Fiquei muio contente por este grande amigo ter se casado, e com uma pessoa muito madura e responsável. Será uma família muito feliz e alegre, tenho plena certeza.
Durante a tarde, demos algumas voltas pela cidade de Belo Horizonte. Almoçamos no Outback, uma costela que estava pra lá de deliciosa. Eu não sabia, mas lá tem o mesmo esquema do Burguer King, que é o Refil. Estavam presentes o Alexandre, irmão mais velho do Luiz Paulo, o noivo, um amigo, o irmão do meio, o Luis Eduardo, e outro amigo, o Giuliano. Foi um almoço bastante agradável. Falamos de futebol, mulheres, e tiramos um sarrinho do mais novo maridão "mineirin".
Seguindo pelas ruas, eu percebi como tem mulher bonita em Belo Horizonte. É muita mulher bonita. Ouvi um comentário de um amigo, que se seguiu repetidas vezes entre outras pessoas, e, parando para reparae e refletir, percebi que é verdade: As mulheres de Belo Horizonte são muito bem arrumadas. Logo, lindas ! A mulherada mineira é muito bem cuidada, e são encantadoras, com aquele jeito "mineirin", que me apaixona e me encanta.
Agora, o aeroporto da pampulha não recebe mais vôos interestaduais, só vôos regionais. Ouvi um comentário, de um amigo e do taxista que me levou ao aeroporto de CONFINS, que essa medida foi tomada após o acidente da TAM, em Congonhas. Acho importante a medida. Traz segurança para quem mora ao redor do aeroporto. A desvantagem é que eu levei quase 40 minutos para chegar ao aeroporto, e isso de Taxi dá uma fortuna. A corrida saiu R$ 89,00 ! Falei para o motorista: -Amigão, tenho R$ 75,00. Ele: -Fica por R$ 75,00. Se não ficásse também, iniciaríamos um longo processo de negociação. [risos].
Valeu a pena esse final de semana. Espero ter a oportunidade de visitar mais vezes essa cidade adorável, com mulheres lindas e bem arrumadas, pois me sinto em casa e só experimento energia positiva ! Só dei um azar danado na volta. Além de derramar vinho na camisa, esqueci o sapato do conjunto que eu aluguei, no quarto onde eu estava hospedado, na casa dos pais do noivo. Agora, é ter criatividade para convencer o rapaz a aguardar o envio dos sapatos.
domingo, 27 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
FIAP Robocup 2009
Quero compartilhar como são as coisas dentro de uma faculdade renomada como a FIAP. Como as coisas são manipuladas e como ninguem pode nada quando gente que tem o poder não se agiliza com transparência.
Temos uma competição na faculdade, que se chama Robocup. Esse evento funciona como um instrumento de integração entre as turmas do primeiro ano do curso de Sistemas de Informação. Entendo que também serve como ferramenta de aplicação para o conteúdo do curso. Acho uma ótima iniciativa, e entendo que realmente funciona. Por outro lado, não deixa de ser uma competição, e como tal, todos os participantes procuram vislumbrar, dentro das regras da competição, obter vantagens competitivas em relação a seus concorrentes. Isso vem desde o primeiro dia que entendemos que participaríamos da competição, que também não tem como dizer que não quero participar, porque conta nota para a média final, e toda a estratégia de nossa equipe está baseada nas regulamentações e nas regras que foram estipuladas antes do início dos preparativos para a competição. É responsabilidade dos organizadores do projeto, zelarem pela qualidade e pela integridade do evento, e isso vai desde manter intacto o que foi acordado antes do começo, seguir com as regras até o fim, bem como viabilizar os meios para que nós possamos desenvolver nossas atividades, com o objetivo de atingir as metas da competição. Pois bem, mas os organizadores não o conseguiram ...
Agora em Setembro de 2009, recebo a informação de que as regras foram alteradas, para beneficiar um grupo de pessoas, e vejam que aqui não estou entrando no mérito de qual grupo é maior ou menor, qual grupo é maioria ou minoria, estou comentando o fato de que a alteração das regras beneficiou um grupo de alunos, que se sentiram lesados pela manutenção da regra do ano anterior. A regra diz respeito ao modo de ativação da arma durante o combate. Inicialmente, a arma deveria ser ativada no momento do toque no adversário. Não era permitido que um robô pudésse ativar sua arma encostando na arena que fica em volta do combate, por exemplo. Segundo o professor de Eletrônica Digital do primeiro ano de Sistemas de Informação, que aqui vou chamar carinhosamente de Eureka, uma comissão decidiu, baseado em sugestões que foram recebidas pelo coordenador do curso durante o mÊs de Julho, mudar as regras, permitindo que os robôs pudéssem armar suas armas antes do contato com o adversário, bastando o sensor encostar na arena, e a arma fosse ativada. Segundo o professor Eureka, um grande volume de pessoas sugeriu essa mudança e, ainda segundo o professor Eureka, uma 'comissão' decidiu levar em consideração as sugestões dos alunos, prezando pela maioria, do ponto de vista de gestão, esquecendo a integridade do evento, esquecendo as estratégias competitivas, esquecendo o projeto da 'minoria', e jogando no lixo a credibilidade da competição.
Este caso foi reportado para um professor da faculdade, que também dá aula para a turma de Sistemas de Informação, em curso semelhante. Após reportarmos que a decisão iria para uma comissão, ele afirmou: "Os membros dessa comissão são o professor Eureka, o professor Eureka, e o professor Eureka." ! Isso mesmo ! A comissão é o professor Eureka !Contestado sobre quem fazia parte das comissões, onde estariam as atas, o nome dos alunos relacionados ao pedido de mudança no regulamento da competição, o documento com as assinaturas, os tópicos discutidos na reunião da comissão, o professor Eureka simplesmente diz: "Eu falei durante aula e você não estava presente.". Não existe uma canal transparente para a divulgação dessas informações. É ele quem decide ! A "Comissão Professor Eureka"
Eu entendo que os organizadores, com essa atitude, transformaram uma competição, ora tida como profissional, agregadora, de méritos e experiências, numa competição amadora, mal organizada, com bases suscetíveis e que não preza pela integridade, idoneidade e transparência.
Temos uma competição na faculdade, que se chama Robocup. Esse evento funciona como um instrumento de integração entre as turmas do primeiro ano do curso de Sistemas de Informação. Entendo que também serve como ferramenta de aplicação para o conteúdo do curso. Acho uma ótima iniciativa, e entendo que realmente funciona. Por outro lado, não deixa de ser uma competição, e como tal, todos os participantes procuram vislumbrar, dentro das regras da competição, obter vantagens competitivas em relação a seus concorrentes. Isso vem desde o primeiro dia que entendemos que participaríamos da competição, que também não tem como dizer que não quero participar, porque conta nota para a média final, e toda a estratégia de nossa equipe está baseada nas regulamentações e nas regras que foram estipuladas antes do início dos preparativos para a competição. É responsabilidade dos organizadores do projeto, zelarem pela qualidade e pela integridade do evento, e isso vai desde manter intacto o que foi acordado antes do começo, seguir com as regras até o fim, bem como viabilizar os meios para que nós possamos desenvolver nossas atividades, com o objetivo de atingir as metas da competição. Pois bem, mas os organizadores não o conseguiram ...
Agora em Setembro de 2009, recebo a informação de que as regras foram alteradas, para beneficiar um grupo de pessoas, e vejam que aqui não estou entrando no mérito de qual grupo é maior ou menor, qual grupo é maioria ou minoria, estou comentando o fato de que a alteração das regras beneficiou um grupo de alunos, que se sentiram lesados pela manutenção da regra do ano anterior. A regra diz respeito ao modo de ativação da arma durante o combate. Inicialmente, a arma deveria ser ativada no momento do toque no adversário. Não era permitido que um robô pudésse ativar sua arma encostando na arena que fica em volta do combate, por exemplo. Segundo o professor de Eletrônica Digital do primeiro ano de Sistemas de Informação, que aqui vou chamar carinhosamente de Eureka, uma comissão decidiu, baseado em sugestões que foram recebidas pelo coordenador do curso durante o mÊs de Julho, mudar as regras, permitindo que os robôs pudéssem armar suas armas antes do contato com o adversário, bastando o sensor encostar na arena, e a arma fosse ativada. Segundo o professor Eureka, um grande volume de pessoas sugeriu essa mudança e, ainda segundo o professor Eureka, uma 'comissão' decidiu levar em consideração as sugestões dos alunos, prezando pela maioria, do ponto de vista de gestão, esquecendo a integridade do evento, esquecendo as estratégias competitivas, esquecendo o projeto da 'minoria', e jogando no lixo a credibilidade da competição.
Este caso foi reportado para um professor da faculdade, que também dá aula para a turma de Sistemas de Informação, em curso semelhante. Após reportarmos que a decisão iria para uma comissão, ele afirmou: "Os membros dessa comissão são o professor Eureka, o professor Eureka, e o professor Eureka." ! Isso mesmo ! A comissão é o professor Eureka !Contestado sobre quem fazia parte das comissões, onde estariam as atas, o nome dos alunos relacionados ao pedido de mudança no regulamento da competição, o documento com as assinaturas, os tópicos discutidos na reunião da comissão, o professor Eureka simplesmente diz: "Eu falei durante aula e você não estava presente.". Não existe uma canal transparente para a divulgação dessas informações. É ele quem decide ! A "Comissão Professor Eureka"
Eu entendo que os organizadores, com essa atitude, transformaram uma competição, ora tida como profissional, agregadora, de méritos e experiências, numa competição amadora, mal organizada, com bases suscetíveis e que não preza pela integridade, idoneidade e transparência.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Contribuinte
Como todo cidadão brasileiro, principalmente paulistano, tenho sofrido diariamente os reflexos de uma cidade transtornada, sem planejamento, afogada no acúmulo de más administrações e gestores incompetentes. Levando em consideração o levantamento de recursos da cidade, por meio do pagamento de tributos, da cobrança de multas e outros subterfúgios, tenho plena certeza que as coisas deveriam ser completamente diferentes. Não me importo com as desculpas que serão utilizadas, com os argumentos que tentarão me convencer de que as coisas estão sendo feitas, e que tudo é feito dentro do possível. Isso é conversa fiada, desculpa de quem promete sem saber o que está prometendo. Primeiro a gente sabe quanto a gente tem no banco, quanto a gente vai receber de aluguel, garantir o recebimento do salário, saber quanto a poupança vai render, pra então determinar pra ond eue vou viajar, que roupa eu vou comprar ou quanto eu vou gastar. Os administradores públicos brasileiros pensam diferente. Eles falam o que é certo, mas fazem aquilo que vem na cabeça deles. Tudo é dito certo, mas, não se sabe porque, como, as coisas são feitas diferentes do que foi dito. Eu só não entendo porque.
Hoje, eu estava descrevendo os processos para a emissão de notas fiscais eletrônicas. Eu lia, e relia, uma palavra tão comum nos mecanismos fiscais, contábeis, financeiros. A palavra contribuinte. Segundo o Wikipédia, a definição para contribuinte é:
"Contribuinte é o sujeito passivo de uma obrigação tributária. Em outros termos, é aquele que se sujeita, por previsão legal, ao pagamento de tributos ao Fisco."
Ainda segundo o próprio Wikipédia, define-se Sujeito Passivo no Diretio tributário como:
"Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Parágrafo único: o sujeito da obrigação principal diz-se: I - contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; II - responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa em lei". "a identificação do sujeito passivo da obrigação principal (gênero) depende apenas de verificar quem é a pessoa que, à vista da lei, tem o dever legal de efetuar o pagamento da obrigação, não importando indagar qual o tipo de relação que ela possui com o fato gerador". É aquele obrigado a pagar - um dar, um entregar - o tributo ou uma penalidade pecuniária ou multa, podendo ser classificado como sujeito passivo direito e indireto."
Pode parecer complicado, mas não é. De forma simples. Você é obrigado a pagar um tributo. OBRIGADO ! Mas isso não significa que você não tenha o direito de não pagar. Você pode não pagar ! Tem esse direito ! E esse direito que você tem, está vinculado as penalidades que você será obrigado a cumprir, em caso de não pagamento. Isso significa que eu tenho direito de não querer pagar, desde que eu seja punido por isso. Ou seja, o único direito que eu tenho, é o de ser punido caso eu tome uma decisão contrária ao que me foi obrigado. Afinal, somos uma nação Livre ! rsrs ...
Não seria problema algum pagar um tributo desde que os benefícios teoricamente agregados pelo pagamento deste, realmente fossem benefícios. Hoje, eu pago n tributos. Não nos peguemos no fato do pagamento do tributo, porque este não se tem escolha. O que é complicado é aceitar e ter que engolir diariamente engarrafamentos, mau cheiro dos rios, falta de segurança, super aglomeração nos ônibus / vans / trens / metrôs da cidade, lentidão absurda nas vias que deveriam ser instrumentos de rapidez, de facilidade, de agilidade. Choveu em São Paulo, ferrou ! Não se pode esperar mais nada, apenas lentidão, dor de cabeça, atrasos, e perdas. E quem arca com isso ? Ninguém ! Eu pago o imposto para ter as facilidades que teoricamente deveriam ser apresentadas para o cidadão. Mas não. Além de eu ser obrigado a pagar o imposto, ser obrigado a engolir o péssimo atendimentos dos órgãos e serviços públicos, ainda, se eu reclamo, é capaz de eu ser levado pra alguma quebrada ai e levar um monte de tiros e ninguém mais ouvir falar em mim. O mundo continuará, pessoas continuarão a pagar seus impostos, a lentidão continuará, e algum dia, alguém pensará e tentará fazer algo. Pronto, mais um que vai pra 'quebrada'. E o ciclo continua. Ai, vem um cara lá de cima, engravatado, dizendo: "Se você quer mudar, você pode ! Basta ter coragem, determinação !" . Por isso a elite domina. E quem vem da classe baixa pena. O Lula deixou de desfrutar da vida durante anos. Deixou praticamente de viver sua vida toda, para lutar em prol de seus objetivos, e do que acreditou. Chegou lá. Mas aos 50 e tantos anos ... Imagine todo brasileiro realizando o que quer aos 50 e tantos anos ... Sua perspectiva, aos 20 e tantos anos, é conseguir algo aos 50 e tantos anos ... É um absurdo ! ... Acho que pelo menos, os políticos deveriam começar a ser menos mentirosos, começar a olhar mais pra pessoa comum, ao invés de achar que todo mundo faz o que todo mundo quer fazer. A gente faz o que é obrigado, condicionado, porque senão ... nem nós sabemos ...
Hoje, eu estava descrevendo os processos para a emissão de notas fiscais eletrônicas. Eu lia, e relia, uma palavra tão comum nos mecanismos fiscais, contábeis, financeiros. A palavra contribuinte. Segundo o Wikipédia, a definição para contribuinte é:
"Contribuinte é o sujeito passivo de uma obrigação tributária. Em outros termos, é aquele que se sujeita, por previsão legal, ao pagamento de tributos ao Fisco."
Ainda segundo o próprio Wikipédia, define-se Sujeito Passivo no Diretio tributário como:
"Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Parágrafo único: o sujeito da obrigação principal diz-se: I - contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; II - responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa em lei". "a identificação do sujeito passivo da obrigação principal (gênero) depende apenas de verificar quem é a pessoa que, à vista da lei, tem o dever legal de efetuar o pagamento da obrigação, não importando indagar qual o tipo de relação que ela possui com o fato gerador". É aquele obrigado a pagar - um dar, um entregar - o tributo ou uma penalidade pecuniária ou multa, podendo ser classificado como sujeito passivo direito e indireto."
Pode parecer complicado, mas não é. De forma simples. Você é obrigado a pagar um tributo. OBRIGADO ! Mas isso não significa que você não tenha o direito de não pagar. Você pode não pagar ! Tem esse direito ! E esse direito que você tem, está vinculado as penalidades que você será obrigado a cumprir, em caso de não pagamento. Isso significa que eu tenho direito de não querer pagar, desde que eu seja punido por isso. Ou seja, o único direito que eu tenho, é o de ser punido caso eu tome uma decisão contrária ao que me foi obrigado. Afinal, somos uma nação Livre ! rsrs ...
Não seria problema algum pagar um tributo desde que os benefícios teoricamente agregados pelo pagamento deste, realmente fossem benefícios. Hoje, eu pago n tributos. Não nos peguemos no fato do pagamento do tributo, porque este não se tem escolha. O que é complicado é aceitar e ter que engolir diariamente engarrafamentos, mau cheiro dos rios, falta de segurança, super aglomeração nos ônibus / vans / trens / metrôs da cidade, lentidão absurda nas vias que deveriam ser instrumentos de rapidez, de facilidade, de agilidade. Choveu em São Paulo, ferrou ! Não se pode esperar mais nada, apenas lentidão, dor de cabeça, atrasos, e perdas. E quem arca com isso ? Ninguém ! Eu pago o imposto para ter as facilidades que teoricamente deveriam ser apresentadas para o cidadão. Mas não. Além de eu ser obrigado a pagar o imposto, ser obrigado a engolir o péssimo atendimentos dos órgãos e serviços públicos, ainda, se eu reclamo, é capaz de eu ser levado pra alguma quebrada ai e levar um monte de tiros e ninguém mais ouvir falar em mim. O mundo continuará, pessoas continuarão a pagar seus impostos, a lentidão continuará, e algum dia, alguém pensará e tentará fazer algo. Pronto, mais um que vai pra 'quebrada'. E o ciclo continua. Ai, vem um cara lá de cima, engravatado, dizendo: "Se você quer mudar, você pode ! Basta ter coragem, determinação !" . Por isso a elite domina. E quem vem da classe baixa pena. O Lula deixou de desfrutar da vida durante anos. Deixou praticamente de viver sua vida toda, para lutar em prol de seus objetivos, e do que acreditou. Chegou lá. Mas aos 50 e tantos anos ... Imagine todo brasileiro realizando o que quer aos 50 e tantos anos ... Sua perspectiva, aos 20 e tantos anos, é conseguir algo aos 50 e tantos anos ... É um absurdo ! ... Acho que pelo menos, os políticos deveriam começar a ser menos mentirosos, começar a olhar mais pra pessoa comum, ao invés de achar que todo mundo faz o que todo mundo quer fazer. A gente faz o que é obrigado, condicionado, porque senão ... nem nós sabemos ...
domingo, 13 de setembro de 2009
Meu Blog
Finalmente criei o meu blog.
Falta de tempo, preguiça, receio de falar sobre os meus pensamentos, enfim, muitos são os motivos que me levaram a não ter aberto meu blog antes.
Gosto de falar sobre esportes. Vibro e vivo uma façanha, uma vitória, choro e desabo em uma derrota, em uma desclassificação. Sinto isso principalmente em confrontos esportivos que levam o BRasil do lado esquerdo do peito. Não gosto de argentino, adoro arroz com feijão, adoro praia, sol, praia e bunda gostosa de mulher bonita. Sou brasileiro, vou puxar a bola pro lado do meu país. Mas lógico que com bom senso.
A de hoje , eu li o blog do neto, no uol, onde ele fála que de 10 pessoas que ele conhece na mídia, 9 não gostam do Dunga. Fez alusão ao ato do Dunga de xingar um torcedor que o criticava poucos momentos antes. Eu acho a opinião do Neto ridícula ! O Neto foi um grande nome do futebol do corinthians, entende de futebol, mas as vezes ele fála umas coisas, que vem aquele pensamento: "Ele deveria ficar sem escrever hoje !". O Dunga é um grande líder para todos os jogadores da seleção. É um exemplo. Assumiu valores que estavam perdidos na história do futebol da seleção. Pra jogar pela seleção, tem que ter amor à camisa. Tem que se sacrificar. Tem que se dedicar, tem que entender o mérito e o valor de se vestir a camisa da seleção brasileira de futebol profissional. O sentimento é o de entrega, é o ápice da sua existência. O fato de o Dunga expressar seus sentimentos por meio de palavrões não abre brechas para ele ser criticado. É um momento tenso, com muita adrenalina, e vai saber o que o torcedor falou pro Dunga ? Torcedor é folgado, ele acha que tem o direito de falar o que quiser. E tem mesmo. Assim como ele tem o dever de respeitar a reação de quem a ele agride, desde que tudo não se extenda de forma a apresentar danos físicos. O Neto fála também que ele reage da forma que reage, como se a todo momento ele estivésse rebatendo os críticos. Mas é claro. Críticas se rebatem com resultados, ações, não com palavras. Em momento algum ele se dirige diretamente a ninguém, é a forma que ele tem de se expressar. O que eu acho interesante nesse comentário, é que o Neto demonstra claramente que, se fosse ele nessa situação, ele agiria dessa forma, agredindo e xingando quem a ele critica. Detalhe é que o Dunga faz isso em momentos de êxtase, vai saber o Neto. Ele diz ainda que essa tese é defendida por ele e pelo Kajuru. Logo quem ? O Kajuru, que adora falar mal de todo mundo. Ele é igual ao Nelsinho Piquet. Faz a cagada, e depois culpa o chefe.
Falta de tempo, preguiça, receio de falar sobre os meus pensamentos, enfim, muitos são os motivos que me levaram a não ter aberto meu blog antes.
Gosto de falar sobre esportes. Vibro e vivo uma façanha, uma vitória, choro e desabo em uma derrota, em uma desclassificação. Sinto isso principalmente em confrontos esportivos que levam o BRasil do lado esquerdo do peito. Não gosto de argentino, adoro arroz com feijão, adoro praia, sol, praia e bunda gostosa de mulher bonita. Sou brasileiro, vou puxar a bola pro lado do meu país. Mas lógico que com bom senso.
A de hoje , eu li o blog do neto, no uol, onde ele fála que de 10 pessoas que ele conhece na mídia, 9 não gostam do Dunga. Fez alusão ao ato do Dunga de xingar um torcedor que o criticava poucos momentos antes. Eu acho a opinião do Neto ridícula ! O Neto foi um grande nome do futebol do corinthians, entende de futebol, mas as vezes ele fála umas coisas, que vem aquele pensamento: "Ele deveria ficar sem escrever hoje !". O Dunga é um grande líder para todos os jogadores da seleção. É um exemplo. Assumiu valores que estavam perdidos na história do futebol da seleção. Pra jogar pela seleção, tem que ter amor à camisa. Tem que se sacrificar. Tem que se dedicar, tem que entender o mérito e o valor de se vestir a camisa da seleção brasileira de futebol profissional. O sentimento é o de entrega, é o ápice da sua existência. O fato de o Dunga expressar seus sentimentos por meio de palavrões não abre brechas para ele ser criticado. É um momento tenso, com muita adrenalina, e vai saber o que o torcedor falou pro Dunga ? Torcedor é folgado, ele acha que tem o direito de falar o que quiser. E tem mesmo. Assim como ele tem o dever de respeitar a reação de quem a ele agride, desde que tudo não se extenda de forma a apresentar danos físicos. O Neto fála também que ele reage da forma que reage, como se a todo momento ele estivésse rebatendo os críticos. Mas é claro. Críticas se rebatem com resultados, ações, não com palavras. Em momento algum ele se dirige diretamente a ninguém, é a forma que ele tem de se expressar. O que eu acho interesante nesse comentário, é que o Neto demonstra claramente que, se fosse ele nessa situação, ele agiria dessa forma, agredindo e xingando quem a ele critica. Detalhe é que o Dunga faz isso em momentos de êxtase, vai saber o Neto. Ele diz ainda que essa tese é defendida por ele e pelo Kajuru. Logo quem ? O Kajuru, que adora falar mal de todo mundo. Ele é igual ao Nelsinho Piquet. Faz a cagada, e depois culpa o chefe.
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